delete

O que causa a queda de cabelo?

A queda de cabelo e o implante capilar

A queda de cabelo é um problema que desespera algumas mulheres, mas, sobretudo homens, das mais diversas faixas etárias. Mas como o implante de cabelo pode ajudar?

Também conhecida como alopecia androgênica é causada por alguns destes fatores: encurtamento da fase de crescimento dos fios, alinhamento de fios de cabelo e redução no tamanho dos folículos, deixando a raiz cada vez mais próxima da pele.

No caso da miniaturização do folículo capilar, esse processo é hereditário e mediado por hormônios masculinos, sobretudo os indivíduos onde são registrados altos níveis de di-hidrotestosterona, um derivado do hormônio masculino e numerosos folículos receptores deste composto.

Os diversos tipos de calvície registrada são fruto das diferentes distribuições dos receptores deste hormônio.

Embora seja mais comum nos homens, nas mulheres, a queda de cabelo é mais difusa pelo couro cabeludo, porém é menos intensa, o que justifica o baixo número de mulheres completamente calvas. No sexo feminino, o processo acontece por causa do afinamento intenso dos fios de cabelo, principalmente no centro e no ápice da cabeça. Para ambos os casos, pode ser feito um implante de cabelo.

Como tratar a queda de cabelo com o implante de cabelo?

Nos homens, a queda de cabelo é tratada com a ajuda de dois medicamentos: o minoxidil e a finasterida.

Já para as mulheres, o tratamento indicado é o uso do minoxidil. Este medicamento deve ser aplicado diretamente no couro cabeludo, e age estimulando o crescimento dos folículos miniaturizados.

Os resultados demoram cerca de quatro meses para aparecer e são notados mais facilmente no ápice do couro cabeludo.

O tratamento tem de ser feito durante toda a vida, pois em caso de interrupção do uso do remédio, a calvície irá retornar.

Embora a mídia divulgue amplamente tratamentos alternativos para este problema, como a base de laser ou outras luzes, não existem estudos que comprovem tal eficácia.

Os médicos advertem ainda para que os pacientes que sofrem com a queda de cabelos evitem o uso de tônicos capilares, pois estes produtos podem inclusive acelerar a perda dos fios.

Antes de se automedicar com algumas destas duas opções, procure seu médico para avaliar um implante de cabelo. Apenas um dermatologista pode identificar qual a verdadeira origem da calvície e receitar o tratamento mais adequado.

O que é a alopecia androgenética?

A alopecia androgenética, como também é conhecida a calvície humana, atinge cerca de 70% dos homens e 40% das mulheres.

De causa genética, ela é desencadeada pela ação de uma enzima, a 5α-redutase, sobre a testosterona, o hormônio sexual masculino. Neste processo, é gerado o hormônio di-hidrotestosterona, ou DHT.

Tanto em mulheres (em menor quantidade) quanto em homens, este composto atua em diversas funções do desenvolvimento sexual. No entanto, quando é encontrado no couro cabeludo é que surge o problema.

Ao ser absorvido nesta região, o DHT promove a miniaturização folicular. Ou seja, os folículos capilares vão diminuindo de tamanho, a fase de crescimento fica cada vez mais curta, enquanto as fases de descanso se prolongam e os fios se tornam curtos e ralos, parando de nascer por completo em alguns casos.

É neste processo que percebemos os sinais da alopecia androgenética masculina: o surgimento das entradas nas laterais das linhas finas de crescimento dos cabelos, enquanto os fios no topo da cabeça se tornam mais ralos.

No caso das mulheres, a perda de cabelos é registrada de forma mais difusa. Os fios se tornam mais ralos no topo da cabeça, quando as falhas vão se alargando e a pele na região se torna mais visível.

Alguns estudos atribuem esta diferença a um efeito protetor dos hormônios femininos contra a ação do DHT. No entanto, quando a mulher entra no período da menopausa a calvície se torna mais intensa, pois a produção destes compostos perde força.

Como a alopecia androgenética é diagnosticada?

Durante uma consulta com um dermatologista, algumas informações fornecerão as pistas para que o profissional diagnostique se está ou não diante de um caso de alopecia androgenética. São eles:

  • Histórico familiar de calvície;
  • Perda de cabelos lenta e gradual;
  • Mulheres com síndrome de ovários policísticos – esta enfermidade aumenta a chance do desenvolvimento deste tipo de calvície;
  • Ausência de outros problemas de saúde, como anemia, hipotireoidismo, deficiências nutricionais, desequilíbrios hormonais, dentre outros.

Como é tratada a alopecia androgenética? Com implante capilar?

Para o tratamento desta condição são receitados medicamentos, que devem ser ingeridos durante toda a vida, uso de remédios tópicos ou ainda a realização de cirurgias para o implante de cabelos na área afetada.

A alopecia androgenética, embora afete a autoestima não somente de homens, mas também de mulheres, tem tratamento. Após consultar um médico você pode encontrar a opção que melhor se adapte à sua rotina.